Coco Chanel: Estratégia de Imagem

Ela dispensa maiores apresentações. Duvido existir alguém na face da Terra que não tenha ouvido falar em Coco Chanel, independentemente da geração a que pertence. De toda sorte, aqui está o link geral do wikipedia pra você procurar aquela descrição normalzinha… A intenção aqui é entender o que fez com que houvesse um Antes e Depois de Chanel. Tudo sob o nosso filtro, naturalmente.

Gabrielle Bonheur Chanel!

Mas o que exatamente ela fez de tão genial?

Ela conseguiu mostrar ao mundo a potência da força feminina com… roupas! Isso mesmo.

Cada vez menos a roupa é algo fútil (alô imaginário coletivo), cada vez mais a moda é um retrato do seu tempo. Chanel foi revolucionária, entre outras coisas, porque até hoje é considerada uma das estilistas mais influentes do mundo, mostrando com atitudes como uma imagem pessoal de sucesso vai além das roupas. A marca é símbolo de classe e sofisticação, mas sua história na moda caminha lado a lado com a liberdade feminina.

Antes da estilista entrar em cena, as mulheres usavam roupas justas, estruturadas com espartilhos. Como ela se negava a usar rendas, plumas e babados, se divertia com as peças masculinas de seu parceiro (honestamente, gente como a gente né?!).

Mulheres usando espartilho no século XIX. Fonte: google

Assim, criou uma imagem pessoal forte e um estilo único. As mulheres ao seu redor começaram a pedir dicas pra se vestir e disputavam para comprar seus chapéus e criações, o que deu início à sua fama.

Em um momento de frio quando estava viajando, Chanel resolveu usar uma malha antiga de seu namorado. Criativa, aproveitou para cortar uma gola e com os retalhos, fez um bolso e um cinto. O resultado foi um vestido que fez o maior sucesso e aí que lançou sua carreira aclamada como estilista, já que nesse momento havia criado o que viria a ser a roupa ‘esporte’.

LEGADO

Suas marcas registradas foram o Tweed e o famoso perfume Chanel nº 5

Seu estilo clássico e atemporal transmite a imagem da criadora: uma mulher bem sucedida, porque foi independente. Sendo assim, Coco Chanel é a prova de que transmitir sua essência e identidade através do estilo é um dos passos para reconhecimento e liberdade. Afinal, a grife foi criada à semelhança de sua fundadora, aspectos que se perpetuam na marca até hoje.

De sua trajetória, entendemos que a melhor estratégia é sempre refletir sua essência.

Obrigada, Chanel!

  • Este post foi idealizado pela Ana Pandolfo, que até o momento dessa escrita cursava ali disciplina História da Moda, onde associou algumas com a vibe “mulher engajada” da nossa marca. A pesquisa foi feita por ela com a minha edição pra você aqui.

Série: “Mulheres que mudaram a Moda e o Mundo”, Coco Chanel.

Não deixe de conferir as outras!

Beijos Dallen.

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Visagismo não é um método,
mas uma forma de pensar.

Não é sobre verificar medidas de rosto e determinar, a partir daí, qual tipo de óculos ou cabelo se deve usar.
Não trabalhamos assim nesse guichê ;)

Então, com o quê você trabalha?

Trabalho com percepções: de você sobre você mesmo, dos outros em relação a você, de como você quer se sentir e se projetar daqui pra frente. Com a leitura visagista, conseguimos compreender melhor onde estão seus pontos fortes e aqueles que não precisam de tanto destaque. E através da linguagem visual, conseguimos externalizar na sua imagem todos esses pontos. 

Linguagem visual… quê isso?

Basicamente, é a forma de comunicação que enxergamos. Aqui, me apoio nos 05 elementos principais de design para dar vida ao que você quer comunicar: cor, linha, forma, volumes e texturas. 

Mas eu não sei o que eu quero comunicar!

Calma… Na leitura visagista – a primeiríssima parte do nosso processo – a gente já consegue mapear isso. Os traços do rosto e elementos sensoriais (olhos, boca, nariz, testa, dentição, etc), vão nos falar da essência, aquilo que não muda. A vida que você leva hoje (profissional, pessoal), além das dimensões corporais, comportamento não verbal, etc, vão falar das suas aspirações. Juntando ambos, deixamos mais claro o seu desejo de imagem, aquilo que você quer/pode comunicar nesse recorte da sua vida. 

E como é a entrega disso?

Em 03 encontros.

1º – Você fala, eu ouço (e anoto!): Tem tema de casa e solicitação de fotos nesse momento.

2º – Devolutiva I: apresento a parte que identifica seus traços faciais, temperamento e possíveis ruídos de imagem

3º – Devolutiva II: apresento as propostas e estratégia para alcançarmos seu objetivo

Observações:

É possível fazer todos os encontros 100% online. 

No espaço entre o 1º e o 2º encontro eu elaboro o dossiê e vamos nos falando nesse ínterim, caso eu precise de mais informações. 

Toda a apresentação traz imagens de referência para você ter mais claro os próximos passos. 

Quais são os próximos passos?

Colocar em prática o que você aprendeu e assimilou. Você vai fazer por si mesma/o, entretanto, conte comigo para:

Conversar com os profissionais que executarão as mudanças necessárias. Ex.: cabeleireiros, dermatologistas, esteticistas, etc.

Orientar suas compras por fotos (você me envia e conversamos), tendo sempre por parâmetro o seu dossiê. 

Mais perguntas

Essa é a sua consultoria completa agora?

Sim. À medida que fui estudando e me aprofundando no tema Imagem e Estilo, entendi que essa parte – que começa invariavelmente pelo rosto – é ainda muito negligenciada no mercado e também a que mais faz meu olho brilhar. Também entendi que quem compreende mais sobre si mesmo – informações que o Visagismo entrega – traduz melhor  na indumentária aquilo que quer comunicar. Testado e aprovado! 

Não. Já fiz muito, curti pra caramba, mas precisei escolher. Então, na forma como eu trabalho hoje, ensino você a comprar o que tem a ver consigo sob vários aspectos, você vai lá e faz. 

Não. Eu ensino a/o cliente a compreender seu estilo e a imagem que quer passar. A partir daí, olhar para o guarda-roupas com outros olhos e iniciar uma mudança é consequência. 

Quer a verdade? Nunca. Isso porque o processo de refletir sobre si mesma/o e buscar entender quais cores, corte de cabelo, formato de óculos, modelagem de roupas, etc, combina com o seu momento é (deveria ser) uma constante. Concorda? Mas sim, esse nosso processo juntas/os acaba depois do 3o encontro. Entretanto, podemos seguir aprendendo juntas/os nos outros processos que faço ou conteúdos que produzo nessa internet de meo deos…