Culpa: de onde vem? pra onde vai? do quê se alimenta?

Você consegue contar quantas culpas carrega? Culpa por comer, culpa materna, culpa católica, culpa por decepcionar, por dizer um não. Por fazer uma escolha que não te leva mais perto de onde tu que chegar. Ou acha que quer.

Desde que me conheço por gente, a culpa foi minha sombra. Andava comigo pra lá e pra cá. Se eu tratava meu irmão mal, ficava repassando aquilo mil vezes na cabeça. Mentia pra minha amiga por não ter coragem de dizer que não queria ir na casa dela e ficava matutando como eu ia fazer pra me entregar, já que tinha cometido esse crime absurdo. Não fumei maconha por anos pensando que ia deixar meus pais tristes (eles podiam fazer merda a rodo, né kkkk).

Eu nem tinha feito nada e já estava me culpando. É tipo a culpa de se atrair por outra pessoa quando a gente tá namorando, essa aí mesmo. Check na minha listinha também.

Bom, te peço de antemão pra ficar tranquilo/a já que longos anos de terapia me auxiliaram a soltar algumas dessas cargas e eu já não sou mais tão culpada assim. Kkkkk Mas achei que seria importante trazer essas informações resgatadas lá do fundo da alma pra rolar aquela conexão especial entre nós. Porque, né? A gente se identifica é nas desgraças em comum e eu sei bem que tem culpas aí que tu sequer admite pra si mesmo/a ou se questiona sobre.

vamos se abraçar e chorar?

Passando por um processo de autoconhecimento (do qual já falei aqui anteriormente) junto com a Nina e a Dallen, no qual nos debruçamos sobre nossos valores e outras informações determinantes para entendermos pra onde queremos ir (na vida, no trabalho, em tudo que o sol toca) e como queremos chegar lá, notei algo muito presente no que eu desejava proporcionar pras pessoas através do meu trabalho (não só como fotógrafa, mas com a escrita principalmente).

Eu queria muito ajudar as pessoas a viverem com mais leveza e menos culpa. Buscando aqui nas minhas anotações, escrevi que algo que eu nunca quero fomentar na minha comunicação é a culpabilização. Eu não quero trazer mais um peso para a vida das pessoas. Não quero que tu se culpe por achar que não está no peso ideal pra fazer uma sessão de fotos ou por acordar desanimada, cansada, por não conseguir colocar teus planos em prática. Quero sempre vir com um abraço e propor: Um passo de cada vez, por onde a gente pode começar? Eu levo isso pra minha vida pessoal também, tudo isso que eu tô falando pra ti, eu tô falando pra mim.

Há quem diga que a culpa leva à mudança, ao movimento. Para mim, a culpa paralisa e nos mantem num ciclo de repetição. Faz a gente ficar se chicoteando sem apresentar solução ou outro ponto de vista, às vezes até nos dando um “passe-livre” para seguir com algum comportamento. Não necessariamente é consciente, mas é algo como: “Olha como eu tô me sentindo mal pelo que eu fiz, então, tudo bem se eu continuar fazendo, afinal JÁ ATÉ ME SENTI MAL.” Ruim, né. Quem nunca?! E não é nem que a gente gosta, mas é bem comum inventarmos umas desculpas para passar um panão para si mesmos. kkkkk

Muitas vezes o lugar que já conhecemos é ruim, porém é tão conhecido que parece confortável. O desconhecido e o novo são assustadores e nos fazem sentir vulneráveis.

A culpa já me fez pensar: eu sou um lixo. Eu não mereço viver. Eu não tenho conserto. Na terapia eu fui fazendo as pazes com a imperfeição (olha ela né, achava que era a perfeitona rsrs). Parece tão básico. Errar é humano. Enfiar isso na minha cabeça era mais difícil do que encontrar uma agulha no palheiro.

Eu fui entendendo que existia um outro ponto aí nessa história, que não precisava ser “ou me martirizo e me culpo eternamente ou finjo que nada aconteceu”. ASSUMIR A NOSSA RESPONSABILIDADE perante as atitudes que tomamos era um ooooutro rolê. Que podemos aceitar certas escolhas e ficar em paz, inclusive com aquela que sabemos que não é assim A IDEAL, mas que é a que a gente consegue ou tá a fim no momento. Vou dar um exemplo que parece besta, mas é bem real: Eu sentia culpa por comer nuggets, carnes em geral. Me culpava por não ser vegetariana e o mundo aí acabando. E me culpar não me fez parar. E sim, eu sei da importância, mas fiz minha escolha, não vou parar nesse momento e aceitei isso. Sem ficar remoendo umas 300x por dia ou toda vez que pego um cardápio na mão, sabe? E não é algo definitivo, mas está acomodado em outro canto agora, e não um que pesa nos meus ombros diariamente.

Essa energia pode servir pra outras coisas, meu anjo. Quem sabe pra investigar de onde vem, pra onde vai, do quê se alimenta essa culpa? Ou pra assumir a responsabilidade e mudar aquilo que realmente é importante E POSSÍVEL pra ti nesse momento? É um exercício diário, esse.

Te deixei pensando? Vou adorar saber como tu se sentiu lendo esse texto. Envie uma mensagem via direct ou aqui nos comentários, vamos trocar ideias.

Meu instagram é @amandabaronio.

Abraço e tamo junto! Sem culpa.

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Visagismo não é um método,
mas uma forma de pensar.

Não é sobre verificar medidas de rosto e determinar, a partir daí, qual tipo de óculos ou cabelo se deve usar.
Não trabalhamos assim nesse guichê ;)

Então, com o quê você trabalha?

Trabalho com percepções: de você sobre você mesmo, dos outros em relação a você, de como você quer se sentir e se projetar daqui pra frente. Com a leitura visagista, conseguimos compreender melhor onde estão seus pontos fortes e aqueles que não precisam de tanto destaque. E através da linguagem visual, conseguimos externalizar na sua imagem todos esses pontos. 

Linguagem visual… quê isso?

Basicamente, é a forma de comunicação que enxergamos. Aqui, me apoio nos 05 elementos principais de design para dar vida ao que você quer comunicar: cor, linha, forma, volumes e texturas. 

Mas eu não sei o que eu quero comunicar!

Calma… Na leitura visagista – a primeiríssima parte do nosso processo – a gente já consegue mapear isso. Os traços do rosto e elementos sensoriais (olhos, boca, nariz, testa, dentição, etc), vão nos falar da essência, aquilo que não muda. A vida que você leva hoje (profissional, pessoal), além das dimensões corporais, comportamento não verbal, etc, vão falar das suas aspirações. Juntando ambos, deixamos mais claro o seu desejo de imagem, aquilo que você quer/pode comunicar nesse recorte da sua vida. 

E como é a entrega disso?

Em 03 encontros.

1º – Você fala, eu ouço (e anoto!): Tem tema de casa e solicitação de fotos nesse momento.

2º – Devolutiva I: apresento a parte que identifica seus traços faciais, temperamento e possíveis ruídos de imagem

3º – Devolutiva II: apresento as propostas e estratégia para alcançarmos seu objetivo

Observações:

É possível fazer todos os encontros 100% online. 

No espaço entre o 1º e o 2º encontro eu elaboro o dossiê e vamos nos falando nesse ínterim, caso eu precise de mais informações. 

Toda a apresentação traz imagens de referência para você ter mais claro os próximos passos. 

Quais são os próximos passos?

Colocar em prática o que você aprendeu e assimilou. Você vai fazer por si mesma/o, entretanto, conte comigo para:

Conversar com os profissionais que executarão as mudanças necessárias. Ex.: cabeleireiros, dermatologistas, esteticistas, etc.

Orientar suas compras por fotos (você me envia e conversamos), tendo sempre por parâmetro o seu dossiê. 

Mais perguntas

Essa é a sua consultoria completa agora?

Sim. À medida que fui estudando e me aprofundando no tema Imagem e Estilo, entendi que essa parte – que começa invariavelmente pelo rosto – é ainda muito negligenciada no mercado e também a que mais faz meu olho brilhar. Também entendi que quem compreende mais sobre si mesmo – informações que o Visagismo entrega – traduz melhor  na indumentária aquilo que quer comunicar. Testado e aprovado! 

Não. Já fiz muito, curti pra caramba, mas precisei escolher. Então, na forma como eu trabalho hoje, ensino você a comprar o que tem a ver consigo sob vários aspectos, você vai lá e faz. 

Não. Eu ensino a/o cliente a compreender seu estilo e a imagem que quer passar. A partir daí, olhar para o guarda-roupas com outros olhos e iniciar uma mudança é consequência. 

Quer a verdade? Nunca. Isso porque o processo de refletir sobre si mesma/o e buscar entender quais cores, corte de cabelo, formato de óculos, modelagem de roupas, etc, combina com o seu momento é (deveria ser) uma constante. Concorda? Mas sim, esse nosso processo juntas/os acaba depois do 3o encontro. Entretanto, podemos seguir aprendendo juntas/os nos outros processos que faço ou conteúdos que produzo nessa internet de meo deos…