Um Caminho Para Ser o Que Quiser

Quando precisei escolher, com 16 anos, o que iria cursar na faculdade, assim como muitos jovens, eu não sabia o que queria fazer. Era moda fazer testes vocacionais, todo mundo que eu conhecia fazia… Entrei na moda também.

Quando finalmente recebi o resultado, foi como um balde de água fria. Foi sugerido algo super diferente como bailarina ou astronauta? Não. Algo mais convencional como direito ou engenharia? Também não. Em vez disso, ela deu a resposta muito confusa para uma adolescente que considerava aquele teste uma espécie de oráculo de certezas para vida

 

-“ Você pode ser o que quiser.”

 

Oi? Como assim não há uma única carreira para seguir? Como assim você não vai me mostrar o caminho para felicidade e realização? Fiquei decepcionada. 

Sempre que me perguntavam o que eu queria ser, desde pequena eu respondia: quero ser feliz! E lá no fundo, também queria saber o motivo de eu estar aqui. Tinha muitas indagações sem respostas, procurava em muitos lugares. Sabe vontade de mudar o mundo? Pois é, queria isso e queria ser mais decidida e segura também, queria me conhecer mais, queria deixar uma marca no mundo.

Amo viajar! Essa é a Catedral La Seu em Palma de Mallorca, meu lugar favorito no mundo.

Passados tantos anos daquela decepção, hoje vejo como a vida não poderia ter sido mais generosa com meus desejos infantis. Me realizei sendo a profissional que quis e mudei um mundo, o meu. A Logosofia, que eu encontrei na hora certa (já que nada é por acaso!), me ensinou que a profissão é somente parte da vida e que, na realidade, não importa muito qual profissão você escolhe e sim como vai fazer para viver feliz na profissão que escolheu. 

Foto de Luciana Néri Martins

Luciana Néri Martins

Estudante de Logosofia, um espírito livre e feliz, arquiteta e professora universitária, não necessariamente nessa ordem 😉

Insights valiosos sobre moda e comportamento

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Visagismo não é um método,
mas uma forma de pensar.

Não é sobre verificar medidas de rosto e determinar, a partir daí, qual tipo de óculos ou cabelo se deve usar.
Não trabalhamos assim nesse guichê ;)

Então, com o quê você trabalha?

Trabalho com percepções: de você sobre você mesmo, dos outros em relação a você, de como você quer se sentir e se projetar daqui pra frente. Com a leitura visagista, conseguimos compreender melhor onde estão seus pontos fortes e aqueles que não precisam de tanto destaque. E através da linguagem visual, conseguimos externalizar na sua imagem todos esses pontos. 

Linguagem visual… quê isso?

Basicamente, é a forma de comunicação que enxergamos. Aqui, me apoio nos 05 elementos principais de design para dar vida ao que você quer comunicar: cor, linha, forma, volumes e texturas. 

Mas eu não sei o que eu quero comunicar!

Calma… Na leitura visagista – a primeiríssima parte do nosso processo – a gente já consegue mapear isso. Os traços do rosto e elementos sensoriais (olhos, boca, nariz, testa, dentição, etc), vão nos falar da essência, aquilo que não muda. A vida que você leva hoje (profissional, pessoal), além das dimensões corporais, comportamento não verbal, etc, vão falar das suas aspirações. Juntando ambos, deixamos mais claro o seu desejo de imagem, aquilo que você quer/pode comunicar nesse recorte da sua vida. 

E como é a entrega disso?

Em 03 encontros.

1º – Você fala, eu ouço (e anoto!): Tem tema de casa e solicitação de fotos nesse momento.

2º – Devolutiva I: apresento a parte que identifica seus traços faciais, temperamento e possíveis ruídos de imagem

3º – Devolutiva II: apresento as propostas e estratégia para alcançarmos seu objetivo

Observações:

É possível fazer todos os encontros 100% online. 

No espaço entre o 1º e o 2º encontro eu elaboro o dossiê e vamos nos falando nesse ínterim, caso eu precise de mais informações. 

Toda a apresentação traz imagens de referência para você ter mais claro os próximos passos. 

Quais são os próximos passos?

Colocar em prática o que você aprendeu e assimilou. Você vai fazer por si mesma/o, entretanto, conte comigo para:

Conversar com os profissionais que executarão as mudanças necessárias. Ex.: cabeleireiros, dermatologistas, esteticistas, etc.

Orientar suas compras por fotos (você me envia e conversamos), tendo sempre por parâmetro o seu dossiê. 

Mais perguntas

Essa é a sua consultoria completa agora?

Sim. À medida que fui estudando e me aprofundando no tema Imagem e Estilo, entendi que essa parte – que começa invariavelmente pelo rosto – é ainda muito negligenciada no mercado e também a que mais faz meu olho brilhar. Também entendi que quem compreende mais sobre si mesmo – informações que o Visagismo entrega – traduz melhor  na indumentária aquilo que quer comunicar. Testado e aprovado! 

Não. Já fiz muito, curti pra caramba, mas precisei escolher. Então, na forma como eu trabalho hoje, ensino você a comprar o que tem a ver consigo sob vários aspectos, você vai lá e faz. 

Não. Eu ensino a/o cliente a compreender seu estilo e a imagem que quer passar. A partir daí, olhar para o guarda-roupas com outros olhos e iniciar uma mudança é consequência. 

Quer a verdade? Nunca. Isso porque o processo de refletir sobre si mesma/o e buscar entender quais cores, corte de cabelo, formato de óculos, modelagem de roupas, etc, combina com o seu momento é (deveria ser) uma constante. Concorda? Mas sim, esse nosso processo juntas/os acaba depois do 3o encontro. Entretanto, podemos seguir aprendendo juntas/os nos outros processos que faço ou conteúdos que produzo nessa internet de meo deos…