A linha tênue entre a superação de limites e a falta deles

Já tem 2 anos e meio que entrei pro mundo da arte marcial e além: o das competições. Com o nível de dificuldade subindo e a vontade de mais, fui precisando elevar também a minha dedicação ao esporte e claro que junto com isso, subiu o preço a se pagar. E o preço não é só em dinheiro.

Volta e meia estou tomando banho e me vem essa reflexão: será que eu estou me auto destruindo com a desculpa de um objetivo grandioso e legítimo?

Sabe… Eu gosto de sentir que ultrapassei meu limite e cheguei a um novo lugar, internamente falando. Olha que conveniente… Alguém que gosta de fazer das tripas coração encontrou uma forma perfeita de fazer isso: no esporte, quanto mais você ultrapassa seus limites, mais admirado é.

Imagens: Amanda Baronio
Imagens de luta jiu jitsu. Por Amanda Baronio
  • Estou ultrapassando um limite com a consciência de que isso faz parte da minha trajetória pra chegar do ponto A ao ponto B.

do

  • Preciso fazer mais e mais, se eu sofro, estou sofrendo pouco, já que só conquista quem se sacrifica até morrer como um mártir.

 

Reflito sobre o quanto este sacrifício desenfreado pode nos tirar o brilho da jornada. A morte que falo aqui pode ser simbólica. Uma lesão, um burnout, a percepção de que talvez você estava vivendo algo que não queria realmente, mas viveu tão desconectado do que sentia que não foi capaz de notar e ouvir a si mesmo.

Dá pra viver sem se esborrachar no chão de vez em quando? Qual seria a graça da vida se não estivéssemos constantemente aprendendo, como crianças curiosas que testam os limites dos pais ao seguir enfiando os dedos na tomada quando eles dizem para não fazer?

 

Foto de Amanda Baronio

Amanda Baronio

Fotógrafa e atleta campeã estadual faixa azul de jiu-jítsu. Não necessariamente nessa ordem.

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Visagismo não é um método,
mas uma forma de pensar.

Não é sobre verificar medidas de rosto e determinar, a partir daí, qual tipo de óculos ou cabelo se deve usar.
Não trabalhamos assim nesse guichê ;)

Então, com o quê você trabalha?

Trabalho com percepções: de você sobre você mesmo, dos outros em relação a você, de como você quer se sentir e se projetar daqui pra frente. Com a leitura visagista, conseguimos compreender melhor onde estão seus pontos fortes e aqueles que não precisam de tanto destaque. E através da linguagem visual, conseguimos externalizar na sua imagem todos esses pontos. 

Linguagem visual… quê isso?

Basicamente, é a forma de comunicação que enxergamos. Aqui, me apoio nos 05 elementos principais de design para dar vida ao que você quer comunicar: cor, linha, forma, volumes e texturas. 

Mas eu não sei o que eu quero comunicar!

Calma… Na leitura visagista – a primeiríssima parte do nosso processo – a gente já consegue mapear isso. Os traços do rosto e elementos sensoriais (olhos, boca, nariz, testa, dentição, etc), vão nos falar da essência, aquilo que não muda. A vida que você leva hoje (profissional, pessoal), além das dimensões corporais, comportamento não verbal, etc, vão falar das suas aspirações. Juntando ambos, deixamos mais claro o seu desejo de imagem, aquilo que você quer/pode comunicar nesse recorte da sua vida. 

E como é a entrega disso?

Em 03 encontros.

1º – Você fala, eu ouço (e anoto!): Tem tema de casa e solicitação de fotos nesse momento.

2º – Devolutiva I: apresento a parte que identifica seus traços faciais, temperamento e possíveis ruídos de imagem

3º – Devolutiva II: apresento as propostas e estratégia para alcançarmos seu objetivo

Observações:

É possível fazer todos os encontros 100% online. 

No espaço entre o 1º e o 2º encontro eu elaboro o dossiê e vamos nos falando nesse ínterim, caso eu precise de mais informações. 

Toda a apresentação traz imagens de referência para você ter mais claro os próximos passos. 

Quais são os próximos passos?

Colocar em prática o que você aprendeu e assimilou. Você vai fazer por si mesma/o, entretanto, conte comigo para:

Conversar com os profissionais que executarão as mudanças necessárias. Ex.: cabeleireiros, dermatologistas, esteticistas, etc.

Orientar suas compras por fotos (você me envia e conversamos), tendo sempre por parâmetro o seu dossiê. 

Mais perguntas

Essa é a sua consultoria completa agora?

Sim. À medida que fui estudando e me aprofundando no tema Imagem e Estilo, entendi que essa parte – que começa invariavelmente pelo rosto – é ainda muito negligenciada no mercado e também a que mais faz meu olho brilhar. Também entendi que quem compreende mais sobre si mesmo – informações que o Visagismo entrega – traduz melhor  na indumentária aquilo que quer comunicar. Testado e aprovado! 

Não. Já fiz muito, curti pra caramba, mas precisei escolher. Então, na forma como eu trabalho hoje, ensino você a comprar o que tem a ver consigo sob vários aspectos, você vai lá e faz. 

Não. Eu ensino a/o cliente a compreender seu estilo e a imagem que quer passar. A partir daí, olhar para o guarda-roupas com outros olhos e iniciar uma mudança é consequência. 

Quer a verdade? Nunca. Isso porque o processo de refletir sobre si mesma/o e buscar entender quais cores, corte de cabelo, formato de óculos, modelagem de roupas, etc, combina com o seu momento é (deveria ser) uma constante. Concorda? Mas sim, esse nosso processo juntas/os acaba depois do 3o encontro. Entretanto, podemos seguir aprendendo juntas/os nos outros processos que faço ou conteúdos que produzo nessa internet de meo deos…