Cozinhar, uma Analogia

Você gosta de cozinhar?

Eu adoro! Costumo dizer que, se tem um ingrediente que não pode faltar na minha cozinha esse ingrediente é… internet! 😛 Isso mesmo que você pensou. Não sou autodidata, preciso de manual nesse quesito e sempre que posso, meço as quantidades como manda o figurino. Procuro ainda pelas receitas que têm foto e depoimento do tipo: faz que dá! Em resumo, a Rita Lobo foi feita pra mim 😉

Você não? Conheço bem o seu tipinho. Minha mãe é assim, com apenas uma cebola consegue fazer um carreteiro dos deuses. Ah, mas você estudou, fez cursos? Isso muda completamente o seu jeito de ser inventivo, né? Nasceu numa família onde cozinhar importava, era um ato de amor? Nunca foi apresentado a uma panela na vida? Bem, tem quem deteste cozinhar. Tem quem ame. Tem quem olhe a cozinha como um laboratório, enfim, cada um tem seu estilo.

Opa, surgiu agora uma palavrinha que bate cartão por aqui: estilo.

E eu poderia seguir citando i n ú m e r o s exemplos de como as pessoas preferem cozinhar e não chegaríamos a um fim nunca porque cada um tem um tempero próprio, um modus operandi, um jeitinho que o faz único e vai muito além do sabor da comida em si.

O seu jeito é = ao seu estilo. E o seu “tempero” é o conjunto de características que são imprescindíveis pra você na hora de vestir. São coisas que tem mais a ver com a vida que você leva do que com as roupas em si (e deveriam andar sempre juntas!).

Há quem sempre pareça criativa, tanto que paramos para observar seus looks. Outras parecem eternamente elegantes, mesmo de chinelinho na praia. Tem quem tenha a “alma boho”, como digo, e o conjunto da obra vai ter sempre um quê de balançante, de liberdade…

Quem não abre mão do conforto vai preferir modelagens mais amplas e tecidos mais molinhos mesmo em ocasiões formais. E aquelas que “causam” naturalmente? Geralmente têm nas cores contrastantes excelentes aliadas.

E por aí vai! Agora pense: quantas receitas você pediu pra sua vó 👵🏼 e ela não tinha medidas exatas pra passar? Era intuitivo, mas sempre dava certo, você sabia que era a receita DELA. Assim a maioria de nós conduz seu estilo, na intuição, mas com um tempero próprio.

Entretanto, quem cozinha sabe que o CONHECIMENTO da alquimia dos alimentos, da mistura dos sabores, da dose, é maravilhoso! É aumentar as chances de levar os comensais exatamente aonde você queria. 😋

Fica o convite pra prestar mais atenção e perceber toda essa mágica nos looks que você veste. Já adianto que será uma receita única! 🤗

Agora me conta, qual é o tempero que não pode faltar quando você se veste?

 

Dallen.

Insights valiosos sobre moda e comportamento

Deixe seu nome e e-mail e ganhe acesso ao podcast PÍLULAS DE ESTILO

14 episódios curtinhos pra você praticar estilo na sua rotina!

Utilizamos cookies para melhorar a sua experiência de navegação, personalizar conteúdos e anúncios, fornecer funcionalidades de redes sociais e analisar o tráfego do site.

Ao clicar em “Aceitar todos”, você concorda com o uso de todos os cookies.

Visagismo não é um método,
mas uma forma de pensar.

Não é sobre verificar medidas de rosto e determinar, a partir daí, qual tipo de óculos ou cabelo se deve usar.
Não trabalhamos assim nesse guichê ;)

Então, com o quê você trabalha?

Trabalho com percepções: de você sobre você mesmo, dos outros em relação a você, de como você quer se sentir e se projetar daqui pra frente. Com a leitura visagista, conseguimos compreender melhor onde estão seus pontos fortes e aqueles que não precisam de tanto destaque. E através da linguagem visual, conseguimos externalizar na sua imagem todos esses pontos. 

Linguagem visual… quê isso?

Basicamente, é a forma de comunicação que enxergamos. Aqui, me apoio nos 05 elementos principais de design para dar vida ao que você quer comunicar: cor, linha, forma, volumes e texturas. 

Mas eu não sei o que eu quero comunicar!

Calma… Na leitura visagista – a primeiríssima parte do nosso processo – a gente já consegue mapear isso. Os traços do rosto e elementos sensoriais (olhos, boca, nariz, testa, dentição, etc), vão nos falar da essência, aquilo que não muda. A vida que você leva hoje (profissional, pessoal), além das dimensões corporais, comportamento não verbal, etc, vão falar das suas aspirações. Juntando ambos, deixamos mais claro o seu desejo de imagem, aquilo que você quer/pode comunicar nesse recorte da sua vida. 

E como é a entrega disso?

Em 03 encontros.

1º – Você fala, eu ouço (e anoto!): Tem tema de casa e solicitação de fotos nesse momento.

2º – Devolutiva I: apresento a parte que identifica seus traços faciais, temperamento e possíveis ruídos de imagem

3º – Devolutiva II: apresento as propostas e estratégia para alcançarmos seu objetivo

Observações:

É possível fazer todos os encontros 100% online. 

No espaço entre o 1º e o 2º encontro eu elaboro o dossiê e vamos nos falando nesse ínterim, caso eu precise de mais informações. 

Toda a apresentação traz imagens de referência para você ter mais claro os próximos passos. 

Quais são os próximos passos?

Colocar em prática o que você aprendeu e assimilou. Você vai fazer por si mesma/o, entretanto, conte comigo para:

Conversar com os profissionais que executarão as mudanças necessárias. Ex.: cabeleireiros, dermatologistas, esteticistas, etc.

Orientar suas compras por fotos (você me envia e conversamos), tendo sempre por parâmetro o seu dossiê. 

Mais perguntas

Essa é a sua consultoria completa agora?

Sim. À medida que fui estudando e me aprofundando no tema Imagem e Estilo, entendi que essa parte – que começa invariavelmente pelo rosto – é ainda muito negligenciada no mercado e também a que mais faz meu olho brilhar. Também entendi que quem compreende mais sobre si mesmo – informações que o Visagismo entrega – traduz melhor  na indumentária aquilo que quer comunicar. Testado e aprovado! 

Não. Já fiz muito, curti pra caramba, mas precisei escolher. Então, na forma como eu trabalho hoje, ensino você a comprar o que tem a ver consigo sob vários aspectos, você vai lá e faz. 

Não. Eu ensino a/o cliente a compreender seu estilo e a imagem que quer passar. A partir daí, olhar para o guarda-roupas com outros olhos e iniciar uma mudança é consequência. 

Quer a verdade? Nunca. Isso porque o processo de refletir sobre si mesma/o e buscar entender quais cores, corte de cabelo, formato de óculos, modelagem de roupas, etc, combina com o seu momento é (deveria ser) uma constante. Concorda? Mas sim, esse nosso processo juntas/os acaba depois do 3o encontro. Entretanto, podemos seguir aprendendo juntas/os nos outros processos que faço ou conteúdos que produzo nessa internet de meo deos…