Nem tão apertado assim

O corset é uma peça que habita o guarda-roupa feminino há séculos e os meus sonhos desde os anos 2000. Para ser sincera, até hoje, cada trabalho concluído é, de certa forma, um presente para a Ju adolescente que queria se vestir como a Pitty e a Amy Lee.

Agora, como mulher adulta e profissional, trago o corset para brilhar na moda festa, desenhando a silhueta de noivas delicadas e marcando a cinturinha da formanda mais festeira… E é nesse momento que quase ouço você pensar:

“Corset com delicadeza e para curtir festa? Mas e a fama de opressor desconfortável?”

Eu sei que a palavra “aço”, que sempre adjetiva as barbatanas, e as cenas de filmes e séries com mulheres sendo brutalmente apertadas em seus corsets por, no mínimo, outras duas pessoas, não colaboram muito para um imaginário positivo. Mas juro de dedinho que, na vida real em 2024, não é assim!

O corset é uma peça ergonômica, com modelagem e estrutura desenvolvidas para melhorar a postura, reduzir alguns centímetros na cintura e valorizar busto e quadril, desenhando uma silhueta bem curvilínea. A magia da criação e confecção sob medida é que cada detalhe, desde a modelagem até a escolha de materiais, leva em consideração suas características físicas, sua história, seus gostos e, claro, seu conforto.

 

Sou suspeita para dizer, mas toda mulher deveria ter a oportunidade de vestir um corset pelo menos uma vez na vida!

Imagens: acervo pessoal Ju Machado
Foto de Ju Machado

Ju Machado

Designer de moda e corsetmaker, com atelier em Curitiba. Conheci a Dallen pelo Visagismo e em seguida fui trilheira do grupo #3 (Trilha de Estilo!).

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Visagismo não é um método,
mas uma forma de pensar.

Não é sobre verificar medidas de rosto e determinar, a partir daí, qual tipo de óculos ou cabelo se deve usar.
Não trabalhamos assim nesse guichê ;)

Então, com o quê você trabalha?

Trabalho com percepções: de você sobre você mesmo, dos outros em relação a você, de como você quer se sentir e se projetar daqui pra frente. Com a leitura visagista, conseguimos compreender melhor onde estão seus pontos fortes e aqueles que não precisam de tanto destaque. E através da linguagem visual, conseguimos externalizar na sua imagem todos esses pontos. 

Linguagem visual… quê isso?

Basicamente, é a forma de comunicação que enxergamos. Aqui, me apoio nos 05 elementos principais de design para dar vida ao que você quer comunicar: cor, linha, forma, volumes e texturas. 

Mas eu não sei o que eu quero comunicar!

Calma… Na leitura visagista – a primeiríssima parte do nosso processo – a gente já consegue mapear isso. Os traços do rosto e elementos sensoriais (olhos, boca, nariz, testa, dentição, etc), vão nos falar da essência, aquilo que não muda. A vida que você leva hoje (profissional, pessoal), além das dimensões corporais, comportamento não verbal, etc, vão falar das suas aspirações. Juntando ambos, deixamos mais claro o seu desejo de imagem, aquilo que você quer/pode comunicar nesse recorte da sua vida. 

E como é a entrega disso?

Em 03 encontros.

1º – Você fala, eu ouço (e anoto!): Tem tema de casa e solicitação de fotos nesse momento.

2º – Devolutiva I: apresento a parte que identifica seus traços faciais, temperamento e possíveis ruídos de imagem

3º – Devolutiva II: apresento as propostas e estratégia para alcançarmos seu objetivo

Observações:

É possível fazer todos os encontros 100% online. 

No espaço entre o 1º e o 2º encontro eu elaboro o dossiê e vamos nos falando nesse ínterim, caso eu precise de mais informações. 

Toda a apresentação traz imagens de referência para você ter mais claro os próximos passos. 

Quais são os próximos passos?

Colocar em prática o que você aprendeu e assimilou. Você vai fazer por si mesma/o, entretanto, conte comigo para:

Conversar com os profissionais que executarão as mudanças necessárias. Ex.: cabeleireiros, dermatologistas, esteticistas, etc.

Orientar suas compras por fotos (você me envia e conversamos), tendo sempre por parâmetro o seu dossiê. 

Mais perguntas

Essa é a sua consultoria completa agora?

Sim. À medida que fui estudando e me aprofundando no tema Imagem e Estilo, entendi que essa parte – que começa invariavelmente pelo rosto – é ainda muito negligenciada no mercado e também a que mais faz meu olho brilhar. Também entendi que quem compreende mais sobre si mesmo – informações que o Visagismo entrega – traduz melhor  na indumentária aquilo que quer comunicar. Testado e aprovado! 

Não. Já fiz muito, curti pra caramba, mas precisei escolher. Então, na forma como eu trabalho hoje, ensino você a comprar o que tem a ver consigo sob vários aspectos, você vai lá e faz. 

Não. Eu ensino a/o cliente a compreender seu estilo e a imagem que quer passar. A partir daí, olhar para o guarda-roupas com outros olhos e iniciar uma mudança é consequência. 

Quer a verdade? Nunca. Isso porque o processo de refletir sobre si mesma/o e buscar entender quais cores, corte de cabelo, formato de óculos, modelagem de roupas, etc, combina com o seu momento é (deveria ser) uma constante. Concorda? Mas sim, esse nosso processo juntas/os acaba depois do 3o encontro. Entretanto, podemos seguir aprendendo juntas/os nos outros processos que faço ou conteúdos que produzo nessa internet de meo deos…