SENSUAL: QUEM É VOCÊ?

Feche os olhos e imagine alguém sensual. O que aparece pra você? Uma mulher, cabelos longos, bastante pele à mostra, curvas, quem sabe um batom vermelho?! Imagino que essa é uma construção que vem “de pronto” no imaginário de muita gente, né? Não precisa ser tudo junto no mesmo contexto, mas pelo menos 2 desses aspectos aposto que estão na tua imagem pensada.

Falou sensual, me vêm a Sara Bellum, mas hoje é uma ideia que me dá um pouco de preguiça.

Andei trocando ideia com a dona Dallen dia desses (pode assistir aqui) e começamos o assunto com a definição de sensualidade, que é relativo à sentidos, despertar desejo, atrair.

Se formos nos aprofundar, é claro que conseguimos pensar em outros elementos que nos atraem e que consideramos sensuais em alguém, mas que não necessariamente estão dentro desse estereótipo tão tão padrãozudo. E quando se trata de ti mesma/o, tu consegue se perceber na sensualidade em determinado momento? Como tu te sente? Ou ainda, tu tem esse desejo de imagem?

Como já estamos habituados na nossa dinâmica, vou começar falando de mim (ou como diria Tati Bernardi, me rasgando em praça pública). Sempre corri pro lado contrário da sensualidade, de me sentir desejada, de atrair. – Às vezes eu ainda faço isso, mas agora conscientemente, que a minha terapeuta não veja isso. – Eu não conseguia lidar e já falei detalhadamente sobre o meu desconforto e julgamentos em relação a isso no texto A Amiga dos Caras.

Um trauminha aqui, um machismo ali… Uma série de coisas que hoje já foram elaboradas na terapia mas que eu busco constantemente revisitar e ativamente treinar para acomodar pensamentos/sentimentos associados a essas vivências das antigas que, de vez em quando, me mandam um alô e me deixam meio abublé das ideias…

Um passo muito importante foi entender que essa sensualidade estereotipada não ia fazer parte de mim nem que eu quisesse muito, não só pelo fato de eu não me sentir eu mesma performando aquilo, mas também por acreditar que ela vem carregada de uma hiperssexualização que não considero benéfico pra nossa sociedade e principalmente pra nós, mulheres.

Nos coloca numa posição de produto, em que a razão de estar ali é ser simplesmente apreciada pelos homens. E a gente tá aqui nessa bagaça pra muito mais do que isso. Tá tudo bem querer que o cara te ache uma grande gostosa, só não quero que isso seja uma bússola pra todas as tuas escolhas, minha anja.

Como eu adoro arrumar uma sarna pra me coçar, eu ia ter que encontrar meu próprio jeito de expressar a sensualidade, afinal, eu tenho um lema: ninguém é uma coisa só. Quem quer ficar numa caixinha apertada? Eu não quero. Meu estilo é uma forma de expressão e eu quero poder usá-lo como uma ferramenta para me sentir de maneira X ou Y. Posso querer aproximação ou distanciamento. Quero causar incômodo ou estranhamento, ou só quero passar batido mesmo. Entende o universo de possibilidade e o poder disso tudo? (Sim, eu fico besta).

Mais uma vez, é mais sobre o que está dentro. É interessantíssimo conhecermos todos esses elementos que expressam o sensual pra escolhermos aqueles que fazem sentido com a gente e usarmos a nosso favor, mas principalmente reconhecermos se de fato queremos passar essa mensagem e nos sentirmos dessa forma. Você pode querer ser atraente sem ser de uma forma sexual também, pois já entendemos que a sensualidade é UMA maneira de atrair. Um exemplo disso é a timidez ou a introspecção, que podem ser muito atraentes pra alguns… Olha, acho que já te dei informação demais pra pensar, então vou lançar um convite pra Dallen: uma segunda conversa sobre o assunto.

Pra ti, vou deixar uma pergunta: e aí, quem é você sensual?

Te aguardo pra trocarmos ideias lá no @amandabaronio

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Visagismo não é um método,
mas uma forma de pensar.

Não é sobre verificar medidas de rosto e determinar, a partir daí, qual tipo de óculos ou cabelo se deve usar.
Não trabalhamos assim nesse guichê ;)

Então, com o quê você trabalha?

Trabalho com percepções: de você sobre você mesmo, dos outros em relação a você, de como você quer se sentir e se projetar daqui pra frente. Com a leitura visagista, conseguimos compreender melhor onde estão seus pontos fortes e aqueles que não precisam de tanto destaque. E através da linguagem visual, conseguimos externalizar na sua imagem todos esses pontos. 

Linguagem visual… quê isso?

Basicamente, é a forma de comunicação que enxergamos. Aqui, me apoio nos 05 elementos principais de design para dar vida ao que você quer comunicar: cor, linha, forma, volumes e texturas. 

Mas eu não sei o que eu quero comunicar!

Calma… Na leitura visagista – a primeiríssima parte do nosso processo – a gente já consegue mapear isso. Os traços do rosto e elementos sensoriais (olhos, boca, nariz, testa, dentição, etc), vão nos falar da essência, aquilo que não muda. A vida que você leva hoje (profissional, pessoal), além das dimensões corporais, comportamento não verbal, etc, vão falar das suas aspirações. Juntando ambos, deixamos mais claro o seu desejo de imagem, aquilo que você quer/pode comunicar nesse recorte da sua vida. 

E como é a entrega disso?

Em 03 encontros.

1º – Você fala, eu ouço (e anoto!): Tem tema de casa e solicitação de fotos nesse momento.

2º – Devolutiva I: apresento a parte que identifica seus traços faciais, temperamento e possíveis ruídos de imagem

3º – Devolutiva II: apresento as propostas e estratégia para alcançarmos seu objetivo

Observações:

É possível fazer todos os encontros 100% online. 

No espaço entre o 1º e o 2º encontro eu elaboro o dossiê e vamos nos falando nesse ínterim, caso eu precise de mais informações. 

Toda a apresentação traz imagens de referência para você ter mais claro os próximos passos. 

Quais são os próximos passos?

Colocar em prática o que você aprendeu e assimilou. Você vai fazer por si mesma/o, entretanto, conte comigo para:

Conversar com os profissionais que executarão as mudanças necessárias. Ex.: cabeleireiros, dermatologistas, esteticistas, etc.

Orientar suas compras por fotos (você me envia e conversamos), tendo sempre por parâmetro o seu dossiê. 

Mais perguntas

Essa é a sua consultoria completa agora?

Sim. À medida que fui estudando e me aprofundando no tema Imagem e Estilo, entendi que essa parte – que começa invariavelmente pelo rosto – é ainda muito negligenciada no mercado e também a que mais faz meu olho brilhar. Também entendi que quem compreende mais sobre si mesmo – informações que o Visagismo entrega – traduz melhor  na indumentária aquilo que quer comunicar. Testado e aprovado! 

Não. Já fiz muito, curti pra caramba, mas precisei escolher. Então, na forma como eu trabalho hoje, ensino você a comprar o que tem a ver consigo sob vários aspectos, você vai lá e faz. 

Não. Eu ensino a/o cliente a compreender seu estilo e a imagem que quer passar. A partir daí, olhar para o guarda-roupas com outros olhos e iniciar uma mudança é consequência. 

Quer a verdade? Nunca. Isso porque o processo de refletir sobre si mesma/o e buscar entender quais cores, corte de cabelo, formato de óculos, modelagem de roupas, etc, combina com o seu momento é (deveria ser) uma constante. Concorda? Mas sim, esse nosso processo juntas/os acaba depois do 3o encontro. Entretanto, podemos seguir aprendendo juntas/os nos outros processos que faço ou conteúdos que produzo nessa internet de meo deos…