O poder de um “tamo junto”.

Desde que passei a me definir como escritora (também kkk), tenho uma fantasia de ir pra algum lugar, me isolar e só escrever. Sempre achei interessante quando algum artista fazia isso, fosse pra escrever um livro ou gravar um disco.

Posso dizer que de alguma forma consegui realizar isso na semana passada. Não foi sozinha, mas foi junto das minhas duas parceiras de blog e projeto, o que sem dúvida me proporcionou uma segurança muito maior na hora de trabalhar. Se você caiu de paraquedas aqui, nós fomos pra essa imersão na casa da praia pra estruturar e detalhar o nosso curso sobre AUTENTICIDADE. Com essas informações, agora nós vamos viajar pra dentro da minha cabeça (apertem os cintos).

só vejo nóias.

Eu NUNCA criei um curso na vida. Na verdade, eu não consigo me lembrar de alguma vez que consegui estruturar algo complexo assim. Planejar, fazer acontecer e dar continuidade. Sempre rolava uma desistência em alguma dessas etapas. Eu só sabia pensar: “Bom, é agora. Elas vão descobrir que na verdade eu não tenho nada a contribuir e vão me expulsar do grupo. Eu não vou dar contar de fazer as tarefas designadas e vou acabar não concluindo nada, como sempre fiz.”

Era como se eu olhasse pra mim mesma e dissesse: “Mas quem tu acha que tu é, né? Até parece que tu vai dar conta disso.”

O que me fez não desistir? Os anos de terapia contribuíram, claro, já sou treinada a não acreditar em tudo o que penso e busquei olhar para as evidências que eu tinha. Eu também pensei isso quando a Dallen me convidou pra escrever no blog. Também pensei quando nos propomos a fazer uma série de vídeos. Beleza, se a gente já conseguiu outras vezes, eu vou confiar nas minhas parcerias, na experiência e conhecimento delas, estar aberta a aprender e seguir o flow, contribuindo da melhor maneira que eu puder.

Eu gosto muito de jogar limpo, portanto, de cara eu falei: gurias, eu não faço ideia de como fazer isso. Isso aí é o que podemos chamar de Lugar Seguro. E foi a chave para que eu não arregasse na hora que a Nina estacionou o carro na frente do meu prédio.

O desfecho vocês já imaginam, né? Ninguém me expulsou. (Ufa, não foi dessa vez que elas descobriram que sou uma fraude kkkk). E saímos de lá com uma estrutura e muito mais clareza, com uma sensação de que FAZ SENTIDO o que estamos criando. O mais lindo: Sem olhar pra outros cursos como referência, olhando principalmente pra dentro da gente e pras dores daqueles que se sentem abraçados em cada “tamo junto” que a gente solta.

Claro que entre dizer que não sei fazer um curso e de repente ter um com nome e estrutura existe um caminho. Esse caminho, como a vida, não é linear. Nele tem muita expectativa, essa que leva um “paratiquieto” da realidade. Tem dúvida, tem muito “não faço ideia”, tem tentativa, discordância, perda de foco, conversa paralela, a Dallen com uma xícara pra cada momento, um bebê que sai da sua rotina demandando de sua mamãe e me fazendo suspirar e refletir sobre minha própria infância. Cês acham que é mole? É porque não acabou. Ainda tem piscina com um solzão rachando lá fora, pizza todos os dias, intestino não funcionando direito e medo de fazer uma live pra 0 pessoas.

Assim como teve essa montanha-russa, teve um estreitamento de laços, uma admiração crescente e sensação de que escolhi as pessoas certas para estarem ao meu lado. Tive mais uma vez a confirmação de que pelo menos pra mim, realizar em coletivo faz muito mais sentido do que sozinha, assim como sempre digo que a Barê (minha outra empresa) só existe porque somos duas e muito provável que eu não voaria solo pelo caminho que estamos seguindo. Ainda quero realizar minha fantasia de ir sozinha pro meio do mato escrever, mas sem dúvidas quero repetir a dose de imergir em ideias e fazer acontecer com minha gangue do Lugar Seguro.

Se você parou lá em cima no “curso sobre autenticidade” e ficou com uma pulga atrás da orelha ou mesmo ficou interessado nesse negócio de Lugar Seguro, te convido pra se inscrever na nossa lista de interesse clicando aqui. E pra assistir a gente batendo um papo super leve e dividindo informações frescas sobre, pode dar uma passada na nossa última live Happy Hour clicando aqui.

Vem com nós: @amandabaronio, @dallenfragoso e @ninadelecolle.

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Visagismo não é um método,
mas uma forma de pensar.

Não é sobre verificar medidas de rosto e determinar, a partir daí, qual tipo de óculos ou cabelo se deve usar.
Não trabalhamos assim nesse guichê ;)

Então, com o quê você trabalha?

Trabalho com percepções: de você sobre você mesmo, dos outros em relação a você, de como você quer se sentir e se projetar daqui pra frente. Com a leitura visagista, conseguimos compreender melhor onde estão seus pontos fortes e aqueles que não precisam de tanto destaque. E através da linguagem visual, conseguimos externalizar na sua imagem todos esses pontos. 

Linguagem visual… quê isso?

Basicamente, é a forma de comunicação que enxergamos. Aqui, me apoio nos 05 elementos principais de design para dar vida ao que você quer comunicar: cor, linha, forma, volumes e texturas. 

Mas eu não sei o que eu quero comunicar!

Calma… Na leitura visagista – a primeiríssima parte do nosso processo – a gente já consegue mapear isso. Os traços do rosto e elementos sensoriais (olhos, boca, nariz, testa, dentição, etc), vão nos falar da essência, aquilo que não muda. A vida que você leva hoje (profissional, pessoal), além das dimensões corporais, comportamento não verbal, etc, vão falar das suas aspirações. Juntando ambos, deixamos mais claro o seu desejo de imagem, aquilo que você quer/pode comunicar nesse recorte da sua vida. 

E como é a entrega disso?

Em 03 encontros.

1º – Você fala, eu ouço (e anoto!): Tem tema de casa e solicitação de fotos nesse momento.

2º – Devolutiva I: apresento a parte que identifica seus traços faciais, temperamento e possíveis ruídos de imagem

3º – Devolutiva II: apresento as propostas e estratégia para alcançarmos seu objetivo

Observações:

É possível fazer todos os encontros 100% online. 

No espaço entre o 1º e o 2º encontro eu elaboro o dossiê e vamos nos falando nesse ínterim, caso eu precise de mais informações. 

Toda a apresentação traz imagens de referência para você ter mais claro os próximos passos. 

Quais são os próximos passos?

Colocar em prática o que você aprendeu e assimilou. Você vai fazer por si mesma/o, entretanto, conte comigo para:

Conversar com os profissionais que executarão as mudanças necessárias. Ex.: cabeleireiros, dermatologistas, esteticistas, etc.

Orientar suas compras por fotos (você me envia e conversamos), tendo sempre por parâmetro o seu dossiê. 

Mais perguntas

Essa é a sua consultoria completa agora?

Sim. À medida que fui estudando e me aprofundando no tema Imagem e Estilo, entendi que essa parte – que começa invariavelmente pelo rosto – é ainda muito negligenciada no mercado e também a que mais faz meu olho brilhar. Também entendi que quem compreende mais sobre si mesmo – informações que o Visagismo entrega – traduz melhor  na indumentária aquilo que quer comunicar. Testado e aprovado! 

Não. Já fiz muito, curti pra caramba, mas precisei escolher. Então, na forma como eu trabalho hoje, ensino você a comprar o que tem a ver consigo sob vários aspectos, você vai lá e faz. 

Não. Eu ensino a/o cliente a compreender seu estilo e a imagem que quer passar. A partir daí, olhar para o guarda-roupas com outros olhos e iniciar uma mudança é consequência. 

Quer a verdade? Nunca. Isso porque o processo de refletir sobre si mesma/o e buscar entender quais cores, corte de cabelo, formato de óculos, modelagem de roupas, etc, combina com o seu momento é (deveria ser) uma constante. Concorda? Mas sim, esse nosso processo juntas/os acaba depois do 3o encontro. Entretanto, podemos seguir aprendendo juntas/os nos outros processos que faço ou conteúdos que produzo nessa internet de meo deos…