Somos todos influenciáveis.

Era um dia gostoso de meia estação, estávamos passeando na Serra Gaúcha num final de semana prolongado de feriado. Fomos gentilmente abordados por um moço. Ele fez alguma brincadeira com o casal… logo em seguida perguntou como estávamos de tempo e se gostaríamos de comer um fondue a noite, ou se preferíamos um voucher na loja pela qual passaríamos em seguida. Para isto, só precisávamos ouvir uma apresentação sobre um empreendimento na região e uma breve proposta de compra e venda que não precisávamos fechar. A gente já conhecia o truque: você vai lá, é apresentado ao conceito de multipropriedade e recebe a proposta de adquirir frações de um grande resort ou algo do gênero. A gente pensou “ok, 30 minutos do nosso tempo ocioso por um fondue na serra? Pode ser!”. Topamos. 

Entrei na sala achando que iria ouvir meia dúzia de blá blá blá e depois comer meu fondue ou comprar alguma coisa com o tal voucher e seguir a vida. E em 30 minutos estava praticamente comprando uma fração de resort, o que de repente, parecia um negócio imperdível. Acho bom contar para vocês que não sou uma pessoa impulsiva. E o maridão (que tava lá junto comigo nessa cena), menos ainda. A gente é do tipo que pensa muito antes de tomar grandes decisões, e a gente pensa antes de tomar até pequenas decisões! Meu Deus! Pensa numas criaturas que refletem demais? É nois! Hahaha…

Aí eu pergunto: Como que do nada eu tava quase pegando o dinheiro que era pra outro fim e botando num resort aleatório???? Oi???

Fiquem tranquilos, não era golpe! Também não era necessariamente um mal negócio, a depender do objetivo de quem comprasse. Mas definitivamente, não era o negócio que a gente planejava. Tínhamos outros planos pro nosso dinheiro. E já dou o spoiler: cancelamos a compra. Mas o fato é que por uma influência muito bem conduzida, nós quase pegamos uma rota bem fora do nosso plano de vida naquele momento. 

E meus caros, isto pode acontecer com qualquer um! O fato é que todos somos influenciáveis. Faz parte da especie humana. Somos seres sociais e uma parte significativa do nosso comportamento é resultado do nosso contexto. Isso significa que, ao contrário do que gostaria, você não consegue ignorar totalmente as influências que recebe.

E você tá muito iludido se acredita que todas as suas ideias são totalmente suas porque você não é “uma pessoa influenciável!” Hahahaha…. Na verdade, quanto mais você acredita não ser influenciável, menos consciente das influências que recebe você está. Trago verdades!

E o que resta então? Resta escolher as influências meu povo! Já que os contextos irão (em maior ou menor grau) nos sugestionar, a gente pode escolher em quais contextos a gente quer estar.

Vamos de exemplo? Se tu quer te relacionar melhor com teu corpo, faz sentido seguir influencers que reforçam um padrão de beleza inalcançável?

Se tu quer te relacionar melhor com teu corpo, será que ajudaria te aproximar e conviver mais com gente que gosta de si? Será que essa influência não te aproximaria do que tu quer aprender a fazer contigo?

Parece bem óbvio falando assim né? Mas boa parte das vezes a gente não escolhe nossas influências intencionalmente, e deveria toda vez que for possível. 

Então, meu conselho pra ti é: fique atento as influências que recebe. Analise-as. Quando puder, as escolha. E lembre de passar longe dos vendedores de resort se não quiser comprar um pedaço de um! 😂🤪

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Visagismo não é um método,
mas uma forma de pensar.

Não é sobre verificar medidas de rosto e determinar, a partir daí, qual tipo de óculos ou cabelo se deve usar.
Não trabalhamos assim nesse guichê ;)

Então, com o quê você trabalha?

Trabalho com percepções: de você sobre você mesmo, dos outros em relação a você, de como você quer se sentir e se projetar daqui pra frente. Com a leitura visagista, conseguimos compreender melhor onde estão seus pontos fortes e aqueles que não precisam de tanto destaque. E através da linguagem visual, conseguimos externalizar na sua imagem todos esses pontos. 

Linguagem visual… quê isso?

Basicamente, é a forma de comunicação que enxergamos. Aqui, me apoio nos 05 elementos principais de design para dar vida ao que você quer comunicar: cor, linha, forma, volumes e texturas. 

Mas eu não sei o que eu quero comunicar!

Calma… Na leitura visagista – a primeiríssima parte do nosso processo – a gente já consegue mapear isso. Os traços do rosto e elementos sensoriais (olhos, boca, nariz, testa, dentição, etc), vão nos falar da essência, aquilo que não muda. A vida que você leva hoje (profissional, pessoal), além das dimensões corporais, comportamento não verbal, etc, vão falar das suas aspirações. Juntando ambos, deixamos mais claro o seu desejo de imagem, aquilo que você quer/pode comunicar nesse recorte da sua vida. 

E como é a entrega disso?

Em 03 encontros.

1º – Você fala, eu ouço (e anoto!): Tem tema de casa e solicitação de fotos nesse momento.

2º – Devolutiva I: apresento a parte que identifica seus traços faciais, temperamento e possíveis ruídos de imagem

3º – Devolutiva II: apresento as propostas e estratégia para alcançarmos seu objetivo

Observações:

É possível fazer todos os encontros 100% online. 

No espaço entre o 1º e o 2º encontro eu elaboro o dossiê e vamos nos falando nesse ínterim, caso eu precise de mais informações. 

Toda a apresentação traz imagens de referência para você ter mais claro os próximos passos. 

Quais são os próximos passos?

Colocar em prática o que você aprendeu e assimilou. Você vai fazer por si mesma/o, entretanto, conte comigo para:

Conversar com os profissionais que executarão as mudanças necessárias. Ex.: cabeleireiros, dermatologistas, esteticistas, etc.

Orientar suas compras por fotos (você me envia e conversamos), tendo sempre por parâmetro o seu dossiê. 

Mais perguntas

Essa é a sua consultoria completa agora?

Sim. À medida que fui estudando e me aprofundando no tema Imagem e Estilo, entendi que essa parte – que começa invariavelmente pelo rosto – é ainda muito negligenciada no mercado e também a que mais faz meu olho brilhar. Também entendi que quem compreende mais sobre si mesmo – informações que o Visagismo entrega – traduz melhor  na indumentária aquilo que quer comunicar. Testado e aprovado! 

Não. Já fiz muito, curti pra caramba, mas precisei escolher. Então, na forma como eu trabalho hoje, ensino você a comprar o que tem a ver consigo sob vários aspectos, você vai lá e faz. 

Não. Eu ensino a/o cliente a compreender seu estilo e a imagem que quer passar. A partir daí, olhar para o guarda-roupas com outros olhos e iniciar uma mudança é consequência. 

Quer a verdade? Nunca. Isso porque o processo de refletir sobre si mesma/o e buscar entender quais cores, corte de cabelo, formato de óculos, modelagem de roupas, etc, combina com o seu momento é (deveria ser) uma constante. Concorda? Mas sim, esse nosso processo juntas/os acaba depois do 3o encontro. Entretanto, podemos seguir aprendendo juntas/os nos outros processos que faço ou conteúdos que produzo nessa internet de meo deos…