Não é sobre você

Esse texto não é uma indireta. Não tem a intenção de dizer como alguém deve ou não agir, tampouco sentir-se. Algumas vivências recentes me fizeram pensar sobre como lidamos com os momentos de vida das outras pessoas, e a importância de conseguirmos olhar para essas pessoas de forma cuidadosa.

Nem tudo gira em torno de nós. Nem tudo é sobre nós!

A pessoa com a qual você vive, trabalha, conversa, interage, pode estar vivendo um momento diferente do seu, e esse momento é sobre ela e sua história, não sobre você! Isso não quer dizer que ela não se importe, ou que você tenha deixado de ser relevante de alguma forma.

Ela apenas está em outro momento e esse momento é sobre ela, sobre o que é importante para ela, agora. São decisões que ela pode estar tomando, talvez por desejo, e talvez por uma imposição da vida.

Você pode ficar frustrado(a), triste, desconfortável, e isso faz sentido. E notar isso pode ser importante para que você consiga lidar com esse momento de forma gentil e acolhedora. Possivelmente a forma como ela está agindo não tem a ver com algo que você fez ou não.

Penso que é importante tomar cuidado para não colocar essa pessoa em um lugar meramente utilitário, criar um ambiente de exigências que não consideram o contexto em que a pessoa está. Pode não ser sábio fazer com que a pessoa abra mão do que é importante para ela nesse momento, para satisfazer seu desejo, o que você quer que ela faça. Esse momento ou essa parte da vida da pessoa não é sobre você.

Isso pode incluir seu (sua) terapeuta, cliente, amigo(a), familiar, um profissional que atende você em algum serviço e que está lidando com questões da sua vida. Pode ser um vizinho, a pessoa que atende você no mercado ou no posto de combustível. Talvez isso seja o eco de uma escolha que ela fez, e talvez não.

Observe como você lida com isso, o que sente e o que faz com o que sente nessa situação. Talvez seja um momento oportuno para você perceber que algumas coisas podem (e vão) ser diferentes daqui pra frente na vida desse alguém. E isso não é sobre você.

Flexibilidade e empatia podem ser boas companhias para essas experiências.

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Aproveita pra ler os textos das minhas maravilhosas parceiras de blog: AmandaDallen e Sara.

Com carinho, Jonas Filho.

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Visagismo não é um método,
mas uma forma de pensar.

Não é sobre verificar medidas de rosto e determinar, a partir daí, qual tipo de óculos ou cabelo se deve usar.
Não trabalhamos assim nesse guichê ;)

Então, com o quê você trabalha?

Trabalho com percepções: de você sobre você mesmo, dos outros em relação a você, de como você quer se sentir e se projetar daqui pra frente. Com a leitura visagista, conseguimos compreender melhor onde estão seus pontos fortes e aqueles que não precisam de tanto destaque. E através da linguagem visual, conseguimos externalizar na sua imagem todos esses pontos. 

Linguagem visual… quê isso?

Basicamente, é a forma de comunicação que enxergamos. Aqui, me apoio nos 05 elementos principais de design para dar vida ao que você quer comunicar: cor, linha, forma, volumes e texturas. 

Mas eu não sei o que eu quero comunicar!

Calma… Na leitura visagista – a primeiríssima parte do nosso processo – a gente já consegue mapear isso. Os traços do rosto e elementos sensoriais (olhos, boca, nariz, testa, dentição, etc), vão nos falar da essência, aquilo que não muda. A vida que você leva hoje (profissional, pessoal), além das dimensões corporais, comportamento não verbal, etc, vão falar das suas aspirações. Juntando ambos, deixamos mais claro o seu desejo de imagem, aquilo que você quer/pode comunicar nesse recorte da sua vida. 

E como é a entrega disso?

Em 03 encontros.

1º – Você fala, eu ouço (e anoto!): Tem tema de casa e solicitação de fotos nesse momento.

2º – Devolutiva I: apresento a parte que identifica seus traços faciais, temperamento e possíveis ruídos de imagem

3º – Devolutiva II: apresento as propostas e estratégia para alcançarmos seu objetivo

Observações:

É possível fazer todos os encontros 100% online. 

No espaço entre o 1º e o 2º encontro eu elaboro o dossiê e vamos nos falando nesse ínterim, caso eu precise de mais informações. 

Toda a apresentação traz imagens de referência para você ter mais claro os próximos passos. 

Quais são os próximos passos?

Colocar em prática o que você aprendeu e assimilou. Você vai fazer por si mesma/o, entretanto, conte comigo para:

Conversar com os profissionais que executarão as mudanças necessárias. Ex.: cabeleireiros, dermatologistas, esteticistas, etc.

Orientar suas compras por fotos (você me envia e conversamos), tendo sempre por parâmetro o seu dossiê. 

Mais perguntas

Essa é a sua consultoria completa agora?

Sim. À medida que fui estudando e me aprofundando no tema Imagem e Estilo, entendi que essa parte – que começa invariavelmente pelo rosto – é ainda muito negligenciada no mercado e também a que mais faz meu olho brilhar. Também entendi que quem compreende mais sobre si mesmo – informações que o Visagismo entrega – traduz melhor  na indumentária aquilo que quer comunicar. Testado e aprovado! 

Não. Já fiz muito, curti pra caramba, mas precisei escolher. Então, na forma como eu trabalho hoje, ensino você a comprar o que tem a ver consigo sob vários aspectos, você vai lá e faz. 

Não. Eu ensino a/o cliente a compreender seu estilo e a imagem que quer passar. A partir daí, olhar para o guarda-roupas com outros olhos e iniciar uma mudança é consequência. 

Quer a verdade? Nunca. Isso porque o processo de refletir sobre si mesma/o e buscar entender quais cores, corte de cabelo, formato de óculos, modelagem de roupas, etc, combina com o seu momento é (deveria ser) uma constante. Concorda? Mas sim, esse nosso processo juntas/os acaba depois do 3o encontro. Entretanto, podemos seguir aprendendo juntas/os nos outros processos que faço ou conteúdos que produzo nessa internet de meo deos…